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sábado, 3 de dezembro de 2016

Natal 2016



Para esta época natalícia, o Setúbal Digital faz eco de um apelo que tem circulado pelas redes sociais: que os nossos leitores “comprem os presentes de pequenas empresas e autónomos” em vez de o irmos entregar às multinacionais.
Assim sendo, deixamos aqui uma sugestão inteiramente dedicada a bens e serviços setubalenses:

Dois livros fundamentais sobre a história da Cidade de Setúbal.

LIVROS



A

A cidade contou com mais de 400 fábricas de conservas de peixe, principalmente de sardinha, ao longo de 140 anos. O apogeu aconteceu em 1919 e o declínio em 1995, com o encerramento das duas últimas conserveiras. O livro de José Madureira Lopes e a Alberto Sousa Pereira acaba por ser um documento histórico que serve como base de estudo sobre esta indústria que dominou a economia local durante um século. (Fonte: Setúbalmais)



A obra Casas Religiosas de Setúbal e Azeitão (Setúbal: LASA / Estuário Edições, 2016), coordenada por Albérico Afonso Costa, António Cunha Bento, Inês Gato de Pinho e Maria João Pereira Coutinho, retoma as comunicações de congresso que a LASA promoveu há tempos sobre o mesmo tema. (Fonte: Nesta Hora)

MÚSICA


Echoes de Sofia Vitória
Fernando Pessoa partiu há 80 anos e as últimas palavras que nos deixou foram escritas em inglês: “I know not what tomorrow will bring”. Este foi o ponto de partida para “Echoes - Fernando Pessoa, English Poetry & Prose”, o novo álbum da cantora portuguesa Sofia Vitória.



Pulso de Um Corpo Estranho
Pulso” conta com 11 faixas e é caracterizado por Pedro Franco e João Mota – dupla que forma os Um Corpo Estranho – como uma “catarse repleta de memórias de um imaginário colectivo, de batalhas travadas e de demónios exorcizados, que cultiva o negro mas busca incessantemente a luz”. (Fonte: 
 Um Corpo Estranho)

Com mais de quarenta anos ao serviço da Cultura, a Livraria Culsete deixou recentemente de pertencer à família Medeiros, tendo passado a ser gerida por um grupo de jovens empreendedores setubalenses. Continua a valer a pena visitar este espaço.

A Micro Cervejaria Artesanal Sadina fabrica e comercializa cervejas artesanais na cidade de Setúbal. Fundada em Junho de 2015 e com uma pequena loja aberta ao público desde Novembro do mesmo ano, dispomos actualmente de seis estilos distintos. Estes seis estilos foram escolhidos pelas suas características para oferecer uma viagem sensorial a quem se pretende estrear no mundo da degustação de cervejas artesanais e especiais. Quem já está habituado aos sabores e aromas mais pronunciados encontrará também nos nossos estilos mais "fortes" o conforto e a experiência que procura. Venham conhecer as nossas SADINAS e entrar neste mundo de paladares tão diversos.

A Troiacruze foi a primeira empresa privada portuguesa que se dedicou à conservação do nosso património marítimo. (...) No âmbito da conservação do nosso património marítimo, recuperámos dois Galeões do Sal, o Riquitum e o Pego do Altar. (..) Os nossos cruzeiros têm habitualmente de 3 a 5 horas e buffet incluído, mas ambas as opções podem ser ajustadas às necessidades dos clientes.

A InArrábida é uma agência/operadora de viagens incoming, prestadora e agregadora de oferta turística na região de Setúbal, Palmela e Sesimbra, especializada na criação de pacotes turísticos, nas áreas da gastronomia e vinhos, desporto, atividades ao ar livre e cultura. 

A Fisio7 é uma empresa da área da saúde especializada em serviços de fisioterapia e fisioterapia integrativa (associando medicinas não convencionais).



quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Cartaz António Alonso


quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Trecho da Praia de Buarcos de João José Vaz (1859-1931)



Pintura a óleo sobre tela - MGV, Inv.2354

Esta pintura apresenta uma paisagem, no seu sub-género de marinha, tanto que mostra uma praia de areia branca, onde está um barco de pesca de reduzida dimensão e de fraca tonelagem, que exibe uma pequena rede de pesca na proa, remetendo-nos para um tipo de pesca artesanal, caracterizada por meios tradicionais de captura, com técnicas passadas de geração em geração, de reduzida tripulação e arresto pouco significativo pelo que o seu destino se cingia ao autoconsumo ou à venda nos mercados locais. Este tipo de pesca denominada de xávega, recorria-se da ajuda de juntas de bois e da força braçal, não mais praticada.